Go ahead, punk. Make my day.

Trilha – Dia Mundial do Rock

Hoje é o Dia Mundial do Rock. Poderia mandar uma cena clássica ou desabar um rock pesado na cabeça de quem ler esse post. Preferi outra coisa.

Em 2005, Andrew Niccol criou um contrabandista de armas cuja única habilidade era convencer os outros de que as armas são itens tão indispensáveis quanto o pão de cada dia. A ironia e a boa mão para os negócios desse homem vivido por Nicolas Cage não foram os únicos motivos que levaram O Senhor das Armas a receber boas críticas.

A trama, claro, contou e muito, porém, logo nos primeiros 3 minutos, a plateia é arrebatada por uma sequência de créditos absolutamente incrível, na qual a vida de uma bala, do nascimento à morte, é acompanhada por meio de uma câmera-subjetiva ao som da clássica “For What It’s Worth”, do grupo americano Buffalo Springfield. Um canção composta em 1967 e inspirada por conflitos entre hippies e polícia. Exatamente o tipo de conflito que o protagonista adoraria entrar para faturar um pouco mais, caso um dos lados quisesse reforçar o armamento.

A cena é fantástica e a escolhida para ilustrar o Dia Mundial do Rock aqui no Blog Cinefilia em mais um Trilha.

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