Go ahead, punk. Make my day.

Resumo (22 out a 4 nov)

lethal_weapon_3Máquina Mortífera 3 (Lethal Weapon 3, 1992). De Richard Donner

O segundo filme da franquia, três anos antes, era uma diversão que não trazia muita coisa nova, mas com apenas uma cena aprofundava a amizade entre Riggs (Gibson) e Murtaugh (Glover) e ainda tinha de gorjeta a boa participação de Joe Pesci. O terceiro filme parece ter sido mais bem pensado e tem roteiro um pouco mais sólido que seu antecessor (exceto pela insistência em colocar as situações primordiais da trama ao lado da dupla). Prova disso é que a trama não gira mais em torno de um traficante, mas trata da questão de armas pelas ruas de Los Angeles. OK, ok! Há um traficante de armas no lugar do distribuidor de entorpecentes, o que parece ser apenas uma substituição de “seis” por “meia dúzia”. Entretanto é de se lembrar que o vilão é um ex-policial e que a investigação da Corregedoria vai levar ao fechamento do arco dramático do personagem de Gibson, na figura de Rene Russo, que consegue sepultador de vez a lembrança dura de sua ex-mulher. Se o amor volta ao coração do protagonista, não há nada melhor que algumas boas cenas de ação feitas na base dos dublês, montagem e “na unha”, evitando o CGI atual. Assim, diverte muito uma bela perseguição de carros do longa, assim como a explosão de um prédio, que vem abaixo com menos de 10 minutos de filme. Nota: 8

LW4Máquina Mortífera 4 (Lethal Weapon 4, 1998). De Richard Donner

Reza a lenda que a improvável retomada da dupla Mel Gibson e Danny Glover sob a batuta de Richard Donner para o quarto Máquina Mortífera aconteceu para ajudar o velho Murtaugh, que vinha capengando no quesito grana. Independentemente da veracidade (ou não) dessa história, a verdade é que o longa depende da nostalgia dos fãs da década de 80, depois que a franquia ficou seis anos longe do grande público. Não que seja ruim, mas é, ao lado do segundo, o mais fraco da série. A investigação da vez trata da imigração ilegal de asiáticos para os Estados Unidos, o que serve para a introdução de Jet Li na série e na indústria cinematográfica norte-americana. O filme é bom de ação, tão acelerada quanto a história, que vai se desenrolando entres as piadas de Gibson, Glover e Joe Pesci. E nem assim, o desfecho consegue ser desenrolado de forma mais rápido, arrastado por minutos desnecessários num casamento antes de um parto, depois que o conflito principal é resolvido. Esses minutos finais são salvos por um tocante monólogo de Pesci sobre, veja só, um sapinho de estimação. Se tem algo no qual a série é regular são as cenas bizarras com efeitos emotivos – lembram-se da privada? Nota: 8

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