Go ahead, punk. Make my day.

Resumo (25 nov a 1º dez)

uma-vida-iluminadaUma Vida Iluminada (Everything Is Illuminated, 2005). De Liev Schreiber

Chega a ser contraditório, mas esse é um filme onírico e pé no chão ao mesmo tempo. Liev Schreiber, que você conhece de filmes como X-Men Origens – Wolverine tem em Uma Vida Iluminada o único trabalho como diretor. Se saiu muito bem, com uma direção de sonho, baseada em uma história de temática mundana forte: a anti-semitismo e a II Guerra Mundial. O longa-metragem é baseado no livro de Jonathan Safran Foer. Como um bom filme independente, os personagens aqui são cheios de idiossincrasias e recebem um olhar paterno do diretor/roteirista. Todas as estranhezas são levadas à tela de forma engraçada, por mais bizarras que possam ser, como a mania coletora do protagonista. Ainda sim, há um peso que permeia a trama, que fala sobre um jovem judeu que vai até a Ucrânia em busca do passado por causa de uma foto do avô falecido. Aos poucos as sombras tomam conta da produção, que ainda receberá luz e emoção enquanto se aproxima do desfecho. Enquanto isso, o filme desfila beleza de sonho em campos verdes ou de girassóis. Um trabalho bonito de várias formas e com humor estranhamente bem-vindo. Foi menos visto do que deveria. Vale uma chance, principalmente pela ótima presença de Eugene Hutz, o vocalista da banda Gogol Bordello, mostrando serviço como ator. Nota: 8

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