Go ahead, punk. Make my day.

Archive for Janeiro, 2014

Posteridade – Capitão América 2? Não, Scarlett

O título diz tudo o que deve ser dito: Scarlett Johansson é a Viúva Negra.

Cap America 2 - ScarlettDica do amigo Gilberto Almeida

 

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Academia retira indicação a Alone Yet Not Alone

Alone Yet Not Alone

A indicação ao Oscar de Melhor Canção para o tema homônimo de Alone Yet Not Alone foi revogada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em comunicado publicado no site oficial do Oscar 2014, é informado que a retirada da música se deve a uma série de e-mails enviada pelo compositor da obra, Bruce Broughton. Neles, o artista alertava aos votantes da categoria que sua música estava sob avaliação. Como ex-líder e membro do comitê executivo que escolhe as músicas da premiação, a atitude de Broughton foi considerada inadequada pela Academia, o que implicou na desclassificação da música.

“Não importa o quão bem-intencionada foi a comunicação, mas usar a influência de ser um ex-líder e atual membro do comitê executivo para obter vantagem pessoal na candidatura cria uma aparência de vantagem injusta”, disse o presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs.

Não haverá uma canção indicada para substituir “Alone Yet Not Alone”, ou seja, o prêmio em 2014 será disputado por quatro concorrentes.

Veja aqui a lista de indicados ao Oscar e escute abaixo a canção, que é interpretada por Joni Eareckson Tada.


Há alguns anos… – Exterminador

Hamlet

Hamlet?Schwarza e James Cameron nos bastidores de O Exterminador do Futuro 2 (1991)


Crítica: O Lobo de Wall Street

Wolf-of-wall-street-posterExagerado, cômico, bizarro, excessivo, politicamente incorreto ou uma tormenta. Há muitas formas de se classificar O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street, EUA, 2013), novo trabalho de Martin Scorsese. Mas o mais justo seria dizer que “cinema de primeira” é a expressão  que melhor enquadra a produção, que parte de algo que já vimos antes na obra do cineasta (biografias estilizadas) e que toma um rumo que poucos esperariam dele.

Comece pela pequena quantidade de cenas violentas que O Lobo tem. Isso não se esperaria de Scorsese. Passe pela comédia rasgada que permeia todo o longa-metragem, chegando à comédia física a certa altura, que não é muito comum na filmografia do diretor. E chegue a um ritmo completamente alucinante que, ouso dizer, não pôde ser visto em filme algum do cara. É bom que fique claro, O Lobo de Wall Street tem pegada e não tem lição de moral.

O filme conta a história real de Jordan Belfort, que aqui é interpretado com gosto por Leonardo DiCaprio. Mas dizer que aquela história é real chega perto de uma contradição, tamanho é absurdo que se vê na tela. Difícil de acreditar que em uma empresa de venda de ações haja tanta promiscuidade, desperdício de dinheiro e histeria como a que Belfort diz ter construído, e que o filme retrata com tanto vigor. Basta dizer que entre uma venda ou outra, os corretores tiram a pressão da rotina com orgias, drogas e bebida dentro do próprio escritório.

Não que essa seja a válvula de escape de trabalhadores explorados. Eles mesmos são escroques que fazem de tudo para ficar com o dinheiro do investidor. Como bem ensinou um dia Matthew McConaughey ao então pupilo DiCaprio em uma passagem fabulosa, na qual o primeiro engole completamente a cena – pausa: engraçado que o mesmo McConaughey pode tomar o Oscar de Leo DiCaprio por outro papel, em Clube de Compras Dallas, pelo qual também recebeu elogios. As lições foram certeiras e o personagem as replica ao grupo de funcionários que o segue quase como a um líder messiânico. Repare na cena em que Jordan canta a música que aprendeu e seus corretores fazem coro depois de mais um discurso como o de um pastor ao microfone.

Talvez a sequência que melhor ilustra as três horas de O Lobo de Wall Street seja aquela em que Jordan reposiciona a própria empresa e a vê deslanchar. Todo o momento é moralmente duvidoso, “hilariamente atuado” e lindo cinematograficamente dizendo. A montagem faz dele especial ao dar ritmo aos ensinamentos de DiCaprio a seus compadres – repare como, aos poucos, eles repetem as frases do protagonista e o momento se desenvolve com um terminando as falas do outros. Mas o roteiro também é impecável na construção da cena e a direção é nervosamente criativa. A passagem cresce de tal forma, em uma ótima elipse, que o que se segue é uma comemoração tão absurda, por conta dos resultados da empresa, que a única coisa a ser fazer do lado de cá da tela é rir.

O Lobo de Wall Street - Leo DiCaprio e Margot Robbie

Só que a cena não está sozinha. Há, pelo menos, uma dezena delas, usando diferentes níveis de baixaria que vão fazê-lo gargalhar. Até um em que, por meio de uma overdose de medicamentos, DiCaprio e Jonah Hill protagonizam um momento que, aos poucos, se torna em tenso e dramático ao mesmo tempo – além de ser de grande importância para a trama. Repare aqui como Scorsese é conhecedor daquilo que faz. Por meio de uma escada com meia dúzia de degraus, ele cria um obstáculo que, aos olhos do protagonista drogado, se transmuta em uma descida muito maior do que é realmente. Coisa de direção de gênio.

Há, no entanto, uma série de características já bem conhecidas de Scorsese, como a abertura a mil por hora que estabelece a base da narrativa, bem como o uso da narração em off para tal. Além disso, há flashbacks constantes e o cuidado com a trilha sonora, que aqui inclui Billy Joel, Bo Diddley e Foo Fighters. Elementos que já estiveram em Caminhos Perigosos e Cassino, por exemplo. Tal qual a linha ascendente/descendente do personagem principal. O que pode ser problema para o filme, que, no meio de tanto abuso e excesso acaba por se tornar um tanto previsível – quem diria, hein?

Da mesma forma que o excesso de narração, por vezes, torna algumas cenas redundantes. Além do mais, os 180 minutos da produção, ainda que não sejam pedantes, cansam e podem dizer duas coisas: ou que o filme realmente entende o quanto o excesso é importante para aquela história ou que a inebriante trama trouxe uma porção de autoindulgência a Scorsese.

A lição que se tira é a velha: melhor um filme gigante de qualidade, que um mínimo de gosto duvidoso.

Nota: 9

O Lobo de Wall Street - DiCaprio


Crítica: Frozen – Uma Aventura Congelante

Frozen DisneyO reino das princesas Elsa e Anna hora é mostrado por meio de paisagens em tons roxos e verdes, hora em tons literalmente gélidos. As mesmas tonalidades ainda estão no figurino da garota mais velha, que nasceu com poderes para manipular magicamente o gelo, além de estarem presentes em uma série de elementos da decoração dos castelos vistos no filme. Eles são claros indicativos de pontos trágicos ou de impessoalidade que permeia a trama de Frozen – Uma Aventura Congelante (Frozen, EUA, 2013). O cuidado com esse tipo de detalhe, porém, não é o mesmo que a nova animação da Disney tem com suas canções, que vão do extremo bom gosto às maiores chatices que esse tipo de musical pode proporcionar. E isso faz toda a diferença na apreciação do longa-metragem.

Ainda que tenha citado elementos sombrios, a animação é altamente familiar sem que crie o receio de crianças mais jovens possam se assustar, mesmo nas horas que exigem mais dramaticidade. Aqui acompanha-se a hostória das duas irmãs herdeiras do reino de Arendelle. Quando crianças, Elsa explora seus poderes para que ela e sua irmã mais nova se divirtam com gelo e neve. Isso até que Anna sofre um acidente e é atingida por uma das magias da irmã e quase morre. Como a magia de Elsa passa a ser vista como ameaça, ela é isolada e passa a ter contato mínimo com outras pessoas – mesmo depois que os pais morrem em um naufrágio, a garota se mantém no exílio do próprio quarto. O que acontece é que a certa altura essa magia vai despertar violentamente e transformar a terra onde vivem em um grande inverno.

A primeira parte da produção, base para a história, é mostrada com dois musicais principais, os quais vão da grandiloquência já vista em outras aberturas do estúdio, como em O Rei Leão, a uma linda canção que mostra o pesar da caçula Anna na tentativa de tirar a primogênita do isolamento a chamando para bricar na neve. Esse segundo seguimento é, talvez o melhor de Frozen. Dividido em três momentos, ele vai da graciosidade à melancolia e contribui para a narrativa ao mostrar o crescimento de Anna.

Nesse momento é possível perceber ainda o cuidado com a paleta do filme. Veja como a porta do quarto de Elsa é branca e lilás em meio ao papel de parede avermelhado do castelo, o que garante a mensagem: atrás daquela entrada há um fardo e solidão. A própria aparência das persoangens reafirmam a posição delas na história: Anna tem um belo cabelo vermelho que combina com sua personalidade espevitada, enquanto Elsa tem madeixas esbranquiçadas e um tom solene.

Frozen - Anna e Elsa

De acordo com que a trama caminha é possível identificar a mesma mensagem em uma capa roxa da futura rainha que tenta esconder sua mágica ou a mesma personagem se livrando daquele peso ao se isolar em uma montanha e criar seu próprio castelo de gelo, longe de todo mundo que teve medo dela. Esse é o momento que se ouve a principal canção de Frozen, “Let It Go” (traduzido como “Livre Estou”). Ainda que seja extremamente importante para o andamento do filme – e ela realmente contribui para isso -, o que se percebe é a falta de inspiração da direção ao criar um verdadeiro clipe de uma cantora pop sem qualquer novidade. Se você já viu vídeo de Selena Gomez ou Kate Perry vai perceber a mensagem de determinação e autoconfiança que existe aqui enquanto a câmera capta a personagem olhando na direção da câmera enquanto caminha. O detalhe irônico é que “Let It Go”, como música-tema do filme, é interpretada por outra diva pop adolescente, Demi Lovato.

Nenhum problema que se compare ao insuportável número “For the First Time in Forever” (“Uma Vez na Eternidade”). Esse é o pior tipo de canção que um musical pode oferecer, cheia de altos e volume no máximo que dói aos ouvidos e irrita. Assim como a ingenuidade da música que determina o amor de Anna pelo príncipe Hans. Sim, determina.

Outro problema da animação é a facilidade com que o roteiro aponta os amores da graciosa Anna. Ainda que ela seja construída como uma garota impulsiva e com muita vida, nada mais bestinha que ela querer se casar com um príncipe que foi gentil uma vez com ela. Da mesma forma que minutos depois ela está ao lado de Kristoff e se derrete pelo “bom-mocismo” dele. Obviamente o roteiro se encarrega de dar uma boa motivação para que a personagem escolha seu melhor pretendente. Há ainda uma reviravolta tão estrategicamente colocada, que soa artificial para um filme que não quer ser complexo em suas decisões. Pelo menos não as escolhas de roteiro, diferentemente das de visual.

Frozen, no entanto, tem como grande trunfo o carisma do boneco de neve chamado Olaf. Ele é um coadjuvante meio que padrão das produções Disney, que sabe investir em alívios cômicos variados como os ótimos Sebastião, de A Pequena Sereia, o Gênio, de Aladdin, e Timão e Pumba, de O Rei Leão. Do momento em que aparece até o desfecho bonitinho do filme, vale muito a pena esperar que ele surja em cena.

Nota: 7,5

Frozen - Olaf


Oscar 2014 – Os Indicados

Oscars 2014

Por mim davam os Oscars todos para Gravidade – os 10 para os quais foi indicado. E olha que mesmo analisando suas nomeações friamente, não seria estranho que o filme levasse todos eles. Ao lado de Trapaça, a ficção-científica de Alfonso Cuarón é o recordista de indicações para o prêmio da Academia em 2014. Logo atrás deles vem 12 Anos de Escravidão, com nove indicações –  o filme que, pelo menos por enquanto, me parece o grande bicho-papão da vez. Sim, mesmo com uma indicação a menos que os concorrentes diretos.

Mas como eu dizia, a experiência que Gravidade proporciona deveria ser imortalizada pela Academia, seja pela direção absolutamente singular da produção ou pelos efeitos visuais que são parte primordial para os planos do filme. O único prêmio que eu aceito contestações é o de Melhor Atriz para Sandra Bullock. Não que o trabalho dela não mereça estar ali – merece muito -, mas sabemos que há outros como o Cate Blanchett em Blue Jasmine que foram imensamente elogiados, até mais que o de Sandra. Fora que ela concorre com pesos pesados e queridinhas da Academia, como Meryl Streep (Álbum de Família) e Amy Adams (Trapaça). Mas alguém aí duvida que a trilha sonora, a montagem, fotografia ou todo o som de Gravidade têm algum problema, contribuem tanto para a narrativa ou são mais ambiciosos que qualquer um de seus concorrentes? Ok, não vi a maior parte dos concorrentes e deixei meu lado sentimental falar mais alto. Enfim… Só reflitam sobre o que disse antes.

Como de costume existem as surpresas, como a inclusão de Julia Roberts entre as Melhores Atrizes Coadjuvantes e o grande espaço dado a Ela, de Spike Jonze. No caso da segunda surpresa, para mim, algo muito interessante, já que o longa vem com cinco indicações, inclusive Melhor Filme, e a de Melhor Canção. O caso é que o diretor, Jonze, e a cantora Karen O., do grupo The Yeah Yeah Yeahs, já haviam feito um excelente trabalho juntos em Onde Vivem os Monstros, que foi ignorado pela Academia, que agora dá o devido reconhecimento.

Muita gente chorou a não inclusão de Tom Hanks entre os Melhores Atores – e eu também estranhei tamanha havia sido a festa feita para a atuação dele em Capitão Phillips. Da mesma forma que o diretor Paul Greengrass foi deixado de lado pelo mesmo longa-metragem. Eu fiquei feliz que Leonardo DiCaprio tenha chegado à final de novo, desta vez pelo protagonista de O Lobo de Wall Street. Não sei se ele pode bater concorrentes como o festejado Matthew McConaughey em Clube de Compras Dallas e Chiwetel Ejiofor em 12 Anos de Escravidão, mas que já tem anos que o ex-galã de Titanic merece uma estatueta, tem.

Assim chegamos ao talvez maior injustiçado do ano, Os Suspeitos. Ele recebeu apenas a indicação de Melhor Fotografia, um trampo sensacional de Roger A. Deakins. Mas facilmente poderia estar entre os nomeados para Melhor Filme, Ator (Hugh Jackman), Ator Coadjuvante (Jake Gyllenhaal) e roteiro – e olha que nem vou citar Paul Dano. Pena, já que até bem pouco tempo atrás, o filme de Denis Villeneuve era um dos cotados para a estatueta.

De qualquer forma temos aí os grandes concorrentes do ano da grande indústria do Cinema. Podem não ser os melhores filmes feitos no ano (exceto por Gravidade, que é o tal), mas estão na crista da onda de Hollywood. Dia 2 de março a gente descobre quem serão os vencedores.

Oscars

Eis os indicados:

Melhor Filme

Trapaça

Capitão Phillips

Clube de Compras Dallas

Gravidade

Ela

Nebraska

Philomena

12 Anos de Escravidão

O Lobo de Wall Street

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Diretor

David O. Russell – Trapaça

Alfonso Cuarón – Gravidade

Alexander Payne – Nebraska

Steve McQueen – 12 Anos de Escravidão

Martin Scorsese – O Lobo de Wall Street

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Melhor Ator

Christian Bale – Trapaça

Bruce Dern – Nebraska

Leonardo DiCaprio – O Lobo de Wall Street

Chiwetel Ejiofor – 12 Anos de Escravidão

Matthew McConaughey – Clube de Compras Dallas

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Melhor Atriz

Amy Adams – Trapaça

Cate Blanchett – Blue Jasmine

Sandra Bullock – Gravidade

Judi Dench – Philomena

Meryl Streep – Álbum de Família

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Ator Coadjuvante

Barkhad Abdi – Capitão Phillips

Bradley Cooper – Trapaça

Michael Fassbender – 12 Anos de Escravidão

Jonah Hill – O Lobo de Wall Street

Jared Leto – Clube de Compras Dallas

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Atriz Coadjuvante

Sally Hawkins – Blue Jasmine

Jennifer Lawrence – Trapaça

Lupita Nyong’o – 12 Anos de Escravidão

Julia Roberts – Álbum de Família

June Squibb – Nebraska

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Animação

Os Croods

Meu Malvado Favorito 2

Ernest & Celestine

Frozen – Uma Aventura Congelante

Vidas ao Vento

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Roteiro Adaptado

Antes da Meia-Noite

Capitão Phillips

Philomena

12 Anos de Escravidão

O Lobo de Wall Street

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Roteiro Original

Trapaça

Blue Jasmine

Clube de Compras Dallas

Ela

Nebraska

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Fotografia

O Grande Mestre – Philippe Le Sourd

Gravidade – Emmanuel Lubezki

Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum

Nebraska – Phedon Papamichael

Os Suspeitos – Roger A. Deakins

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Montagem

Trapaça

Capitão Phillips

Clube de Compras Dallas

Gravidade

12 Anos de Escravidão

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Documentário

O Ato de Matar – Joshua Oppenheimer and Signe Byrge Sørensen

Cutie and the Boxer – Zachary Heinzerling and Lydia Dean Pilcher

Guerras Sujas – Richard Rowley and Jeremy Scahill

The Square – Jehane Noujaim and Karim Amer

A Um Passo do Estrelato – Nominees to be determined

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Documentário curta-metragem

CaveDigger – Jeffrey Karoff

Facing Fear – Jason Cohen

Karama Has No Walls – Sara Ishaq

The Lady in Number 6: Music Saved My Life – Malcolm Clarke and Nicholas Reed

Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall – Edgar Barens

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Filme de Língua Estrangeira

The Broken Circle Breakdown – Bélgica

The Great Beauty – Itália

The Hunt – Dinamarca

The Missing Picture – Camboja

Omar – Palestina

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Melhor Trilha Sonora

A Menina que Roubava Livros – John Williams

Gravidade – Steven Price

Ela – William Butler and Owen Pallett

Philomena – Alexandre Desplat

Walt nos Bastidores de Mary Poppins – Thomas Newman

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Canção Original

“Alone Yet Not Alone” de Alone Yet Not Alone (desclassificada)

“Happy” de Meu Malvado Favorito 2

“Let it Go” de Frozen – Uma Aventura Congelante

“The Moon Song” de Ela

“Ordinary Love” de Mandela – Long Walk to Freedom

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Efeitos Visuais

Gravidade

O Hobbit – A Desolação de Smaug

Homem de Ferro 3

O Cavaleiro Solitário

Além da Escuridão – Star Trek

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Maquiagem

Clube de Compras Dallas

Jackass Apresenta – Vovô Sem-Vergonha

O Cavaleiro Solitário

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Design de Produção

Trapaça

Gravidade

O Grande Gatsby

Ela

12 Anos de Escravidão

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Edição de som

All Is Lost

Capitão Phillips

Gravidade

O Hobbit – A Desolação de Smaug

O Grande Herói

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Mixagem de Som

Capitão Phillips

Gravidade

O Hobbit – A Desolação de Smaug

Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum

O Grande Herói

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Curta Metragem

Aquel No Era Yo (That Wasn’t Me)

Avant Que De Tout Perdre (Just Before Losing Everything)

Helium

Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa? (Do I Have to Take Care of Everything?)

The Voorman Problem

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Curta Metragem Animado

Feral

É Hora de Viajar

Mr. Hublot

Possessions

Room on the Broom


A gracinha de Amy Poehler no Globo de Ouro

Depois de uma ensaiada massagem recebida do vocalista do U2, Bono Vox

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… A apresentadora Amy Poehler ataca o cantor para comemorar o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série de TV por Parks and Recreation que ela venceu

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… Nem o beijoqueiro Bono, que pega suas fãs nos shows, esperava por essa.