Go ahead, punk. Make my day.

Archive for Maio, 2014

Posteridade – Sin City – A Dama Fatal

Era para ser a Angelina Jolie, mas será Eva Green, o que penso ser muito melhor! E basta ver o pôster da continuação Sin City – A Dama Fatal com a beldade francesa para ter certeza.

Com um pouco mais de cor, ressaltando o vermelho, e com muito de noir, o cartaz aposta no corpão de Eva para embelezar o pôster. Nós ficamos felizes e aguardamos ansiosos pela produção.

“I’ve been especially bad”

Ah! E a Motion Picture Association of America (MPAA) censurou o cartaz. O que é mais um sinal de que os caras acertaram a mão: publicidade grátis. Nesse momento todo mundo deve estar atrás da imagem.

Sin City 2

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Crítica: X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido

X-Men Days of Future Past posterNo final de tudo, X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido (X-Men – Days of Future Past, EUA/Reino Unido, 2014) não chega a ter a mesma profundidade de outros filmes da franquia ou é curioso quanto seu antecessor, mas dizer que se trata de um filme menor da saga dos mutantes é impossível. Fora que ele dá outro fôlego para continuações sendo uma produção superdivertida e seguir em frente com uma pegada emocionante.

A volta de Bryan Singer à direção de um X-Men mostra que não perdeu a mão como havia feito com Superman – O Retorno. Ele equilibra bem a direção de atores e de ação na trama em que o passado e o futuro dos mutantes se entrelaça com a ameaça dos Sentinelas. Esquecendo por completo a “gordura” de X-Men – Primeira Classe – os adolescentes Homo superior que não tinham poderes lá muito interessantes -, o roteiro de Simon Kinberg usa o que havia de melhor no longa anterior, Xavier, Erik e Raven, elabora uma história que se liga diretamente ao futuro do grupo e ainda cria tensão em ambas as linhas temporais para que o ritmo nunca pare em Dias de Um Futuro Esquecido.

É pena que não haja tanto tempo para que Patrick Stewart e Ian McKellen estejam contracenando como nos melhores momentos das primeiras produções. De qualquer forma, a imprevisibilidade de Michael Fassbender como o Magneto jovem e o carisma/carga dramática de James McAvoy como Xavier mais novo dão conta do recado muito bem. E olhe quem desta vez eles têm a “sombra” de Wolverine, o personagem mais popular, ao seu lado. O mesmo pode ser dito em relação à Mística de Jennifer Lawrence, que necessita de seriedade da mesma medida que é uma personagem de ação de primeira.

X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido - Sentinelas

De qualquer forma os mutantes inéditos na tela são inspirados como em poucos filmes da saga, a exemplo da ótima Blink e seus portais ou do forte Bishop. O mais bacana, porém, é o divertidíssimo Mercúrio/Peter vivido por Evan Peters. Ao somar a velocidade fora do comum do jovem e a criatividade de Bryan Singer, tem-se a melhor cena de Dias de Um Futuro Esquecido. Lançando mão de uma fuga empolgante de Magneto, como já havia acontecido em X-Men 2, o longa deixa a plateia em êxtase ao acompanhar a movimentação de Mercúrio como ele vê o mundo: infinitamente mais lento que qualquer Homo sapiens.

Nem tudo sai como o esperado, porém. Ainda que seja o melhor da produção, a fuga de Magneto força a barra ao incluir um controle remoto que interfere em coisas demais para um equipamento da década de 70. Ok, a tecnologia aqui é anacrônica e inclui os protótipos dos Sentinelas, mas lembre-se que eles são desenvolvidos sob a premissa de que há mutantes a serem caçados e isso poderia impulsionar aquelas máquinas em específico – e não um controle que mexe em circuitos de segurança e jatos de água. Da mesma forma que as viagens no tempo são quase uma convenção do roteiro a partir dos poderes de Kitty Pride (Ellen Page).

Com a utilização de um 3D que chega a prejudicar o filme – demanda os óculos escuros para uma fotografia já sombria demais -, esse novo X-Men se mantém firme por ter vilões à altura de seus heróis – além dos sentinelas, Bolívar Trask (Peter Dinklage) – e por ser inteligente o bastante para se transformar em um tipo de episódio zero e dar abertura para toda uma nova saga. E não se espante se marejar os olhos em um papo do Xavier de ontem com o de amanhã e na cena que fecha o longa e marca reencontros.

Nota: 8

X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido cena


Resumo (19 a 25 mai)

american-history-x-posterA Outra História Americana (American History X, 1998). De Tony Kaye

Mais de que uma história sobre preconceito, esse filme é sobre como tudo o que fazemos tem volta, mas não no sentido kármico da coisa. O roteiro de David McKenna fala de algo mais pragmático, sobre como a rede que compõe a sociedade é puxada a um extremo e o outro reage da mesma forma. É quase físico. Aqui ele trata do neonazismo e de que forma ele se desenvolve em Venice Beach, em Los Angeles, em meio a negros e estrangeiros. O filme pega pesado ao mostrar a intolerância e choca com várias cenas violentas gráfica (um ladrão morto com o crânio esmagado na calçada) e tematicamente (uma discussão em família na hora do jantar). O resultado disso, ainda que passe por algo parecido como uma redenção, invariavelmente é trágico. Ação e reação. Uma das grandes sacadas do filme é saltar no tempo várias vezes ao contar a história de Derek Vinyard (Norton). Entre o cometimento de um crime e sua convivência na prisão ao lado de etnias que repudia, o longa vai e volta na linha temporal e garante que uma cena mais forte que a outra se encadeiem e não diminua o ritmo. O elenco é magistral e tem liderança de Edward Norton em um dos melhores trabalhos de sua carreira até hoje. Repare no olhar dele ao ser preso. Cena que é ressaltada pela ótima câmera lenta que está em todo o longa e faz nascer lindas imagens. Há ainda a fotografia em preto branco, que aponta quais são (e engrandece esteticamente) os eventos do passado. Nota: 9


Crítica: Godzilla

Godzilla posterVocê pode até achar que filmes sobre monstros gigantes são programas bestas. Mas Godzilla (Idem, EUA/Japão, 2014) não deve ser subestimado. O roteiro de Max Borenstein e a direção de Gareth Edwards são bem inteligentes ainda que tratem de uma tema não exatamente adulto. Eles não reescrevem as histórias dos filmes catástrofe/monstros, mas usam as lições de seus antecessores como poucos.

Veja, por exemplo, a tática de identificação rápida que Borenstein usa. Com poucos minutos de história já há um acontecimento importantíssimo que vai dar substância o bastante para que a plateia estabeleça uma ligação com o Joe Brody do ator Bryan Cranston. Na mesma tacada, o roteiro ainda cria certo mistério sobre a monstruosidade (literal) que está por vir. E como o roteirista não é nem um pouco bobo, a todo momento há uma criancinha ameaçada para que você da cadeira sinta tensão em um ataque, vide uma van presa em uma ponte. Isso serve para que, sem demora, você seja assimilado pela situação em um filme que trata de um fato que afeta multidões, as quais não podem ser apresentadas ao público e precisam de identificação imediata para que o espectador sofra com eles. Ok, às vezes falha, como quando um cachorro preso à coleira precisa fugir de uma inundação.

Outro acerto dessa versão Godzilla está na escolha do criativo diretor Edwards. Creditado para assumir essa superprodução por seu filme anterior de baixo orçamento chamado Monstros – custou US$ 800 mil -, ele trabalha no limite da esperteza e cria cenas deslumbrantes. Duas citadas: um trem pegando em um ponte e a primeira visualização completa do personagem título, quando sinalizadores indicam onde Godzilla está e a câmera se movimenta para o alto, após uma rápida e precisa parada na trilha sonora, quando o silêncio parece ser o fôlego preso pelas pessoas que acompanham o colosso revelado. Tudo bem que o enfrentamento direto que envolve a criatura demora um pouco a acontecer, mas que quando vem é satisfatório. Para quem puder assistir ao filme em 3D, perceba ainda como o diretor de fotografia Seamus McGarvey se preocupa em usar o ambiente bem focado para explorar o recurso visual. Isso e mais os bons enquadramentos de Gareth Edwards, os quais buscam colocar a ação do monstro em segundo plano antes de mostrar uma ação humana em terra que não tem ligação direta com o ataque gigante.

O filme ainda demonstra certa personalidade ao dar uma origem levemente diferente para Godzilla – isso pode até não agradar aos mais puritanos, mas tem tudo a ver com a trama proposta pelo projeto. Só que falha na exploração dos melhores atores ou personagens que cria. Enquanto Cranston mostra serviço e o papel é ótimo, o filme prefere dar espaço para seu filho, Ford. Interpretado por Aaron Taylor-Johnson, tanto o trabalho do ator quanto as motivações dele na história são fracos. Da mesma maneira que Ken Watanabe não tem muito a fazer a não ser explicar muitas e muitas coisas. Outro desperdício é a talentosa Elizabeth Olsen, que, no detalhe conquista por sua atuação, seja com o olhar apaixonado a Taylor-Johnson ou quando se despede de seu filho e rapidamente faz cara de choro, treme a boca e, ao mesmo tempo, tenta conter as lágrimas até que a criança parte. O problema é ela não ter muitos motivos de existir, exceto pelo fato de ser a “mocinha” do protagonista humano.

Contando com efeitos visuais de qualidade, como já era de se esperar de um orçamento de US$ 160 milhões, Godzilla, como já dito, não é um filme bobo e entrega aquilo que promete: diversão acima de tudo e apuro visual. Só que, como também já dito, ele vai um pouco além e surpreende à sua maneira. Ou você esperaria ver um momento no qual protagonistas, humano e monstro, caem exaustos e juntos em uma bonita rima visual?

Nota: 8

Godzilla cena


Resumo (22 abr a 18 mai)

Paul posterPaul – O Alien Fugitivo* (Paul, 2011). De Greg Mottola

Road movies quase sempre rendem histórias bacanas e evitam o marasmo. Um bom roteiro, claro, é necessário e o ritmo das piadas dessa comédia escrita por Simon Pegg e Nick Frost, com direção de Greg Mottola, garantem o longa. A história lembra o fraquinho Meu Marciano Favorito, mas evita o bom mocismo da produção Disney e mistura o melhor da comédia inglesa da atualidade – a galera de Todo Mundo Quase Morto – com a turma hype da comédia americana – o pessoal de O Virgem de 40 Anos e outros. A trama gira em torno de dois nerds britânicos que vão até os Estados Unidos para a Comic Con, em San Diego, e outras rotas turísticas que envolvem OVNIs, aliens e afins. Nada mais adequado que o alienígena Paul cruze o caminhos de Pegg e Frost. A boa dublagem de Seth Rogen para o visitante de outro planeta, as inúmeras referências pop e o estilo de humor mais irônico que explícito dos ingleses caem como um luva ao filme divertidão que você pode assistir em casa e não teve a oportunidade de ver nos cinemas brasileiros. Perderam grana e nós, um bom programa à época. Aproveite agora. Nota: 8,5

The Shawshank Redemption posterUm Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, 1994). De Frank Darabont

Esse não é só um filme surpreendente e, à sua forma, divertido. Um Sonho de Liberdade é delicado ainda que cruel, amoroso mesmo que sobre brutalidade. Mas acima de tudo, a produção é afetiva. Nas 2h20 da trama, é impossível não se apegar aos mocinhos não muito mocinhos que estão atrás das grades e muros da prisão de Shawshank, seja pela dúvida sobre suas culpas, seja pela humanidade que esses personagens atingem. A dupla Tim Robbins e Morgan Freeman é a principal deles, mas duvido que você não se emocione com a subtrama de Brooks, que simplesmente não se encaixa com a vida fora da prisão após décadas cumprindo pena. Isso e mais o final apoteótico, inteligente e filmado com esmero, terminado sob chuva e os braços abertos de Robbins – uma cena já clássica. O que chama mais atenção é que o longa foi reconhecido só depois de chegar às locadoras, o que abriu caminho para as sete indicações ao Oscar, inclusive a de melhor filme, ator e roteiro – perdeu todas. Dizem que o título original, The Shawshank Redemption, por ser ruim, foi o motivo desse pérola ter sido ignorada nas telonas. Não importa, entrou para história como bem merecia. Nota: 9

Mononoke-hime posterPrincesa Mononoke* (Mononoke-hime, 1997). De Hayao Miyazaki

Falar da beleza visual de um filme Miyazaki é chover no molhado, mas como simplesmente ignorar que até em sua violência Princesa Mononoke consegue ser belo? Vide a primeira cena em que uma criatura raivosa ataca uma aldeia e a direção do mago japonês da animação consegue estabelecer beleza, fúria e ritmo para fisgar a platéia em poucos minutos, com curiosidade e plástica. E volto a falar da violência da produção. Me chamou a atenção os vários membros cortados durante os 130 minutos do filme, os quais mostram que ainda que seja juvenil e dialogue até com crianças, Princesa Mononoke se trata de um longa adulto. Nada que mereça uma classificação etária para além dos adolescentes, mas até na complexidade da trama, com personagens nada unidimensionais (para todos há faces do bem e do mal, em diferentes níveis) e cheia de história a ser contada. Incomoda o desfecho em que muito dessa profundidade seja diluída para um final feliz, da mesma forma que o roteiro do próprio Miyazaki deixa claro que determinado personagem não pode ser morto com tiros, mas a certa altura uma bala dê conta de derrotá-lo. O que risca, mas não abala essa produção de primeira linha que, em sua estréia, conseguiu bater o gigante Titanic nas bilheterias japonesas. Nota: 8,5

*Filme assistido pela primeira vez


Crítica: O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro

The-Amazing-Spider-Man-2-posterO que é mais interessante na nova aventura do Cabeça-de-Teia nos cinemas é a comparação com o produto cinematográfico mais similar a ele: Homem-Aranha 3, de 2007. Eram três vilões, um filme com mais humor e, ao mesmo tempo, mais interessado em emocionar. Só que onde estavam os erros daquela produção, percebe-se um cuidado um pouco maior em O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro (The Amazing Spider-Man 2, EUA, 2014). Ele equilibra risadas, empolgação e choro, junto à corja tripla que põe na tela. De quebra ganha a credibilidade que a nova fase do herói nos cinemas não conseguiu em seu filme anterior.

A falta de tempo dos inimigos de Peter Parker e o embolado roteiro que criava história demais para filme de menos fecharam a trilogia de Sam Raimi para o Aranha há sete anos e deixou um gosto amargo para muita gente que havia surtado com Homem-Aranha 2 – ainda hoje o melhor do herói no Cinema. Fora as cenas em que Peter faz contorno com lápis no olho, deixa franjinha e passa a dançar, as quais despertaram muita vergonha alheia por aí. Era para ser engraçado, mas essa comicidade chega mesmo na mais nova produção. A cena que reapresenta o protagonista é exemplar nisso: logo nas primeiras frases dele, durante a perseguição ao mafioso russo Aleksei Sytsevich, vivido por Paul Giamatti, você vai se afeiçoar ao personagem sem muito esforço, tamanha a zoeira do momento.

Isso sem contar que toda a sequência é criativa e visualmente espetacular, vide o voo do Aranha logo de saída. E você vai perceber que não é só ela, já que em todos os embates com Electro há sempre algo realmente interessante, seja no uso preciso das câmeras lentas no primeiro encontro entre os rivais nas ruas de Nova York, seja na bela plástica do combate entre as torres de energia mais à frente na trama.

O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça de Electro

O que chama atenção é que o roteiro de Alex Kurtzman, Roberto Orci e Jeff Pinkner consegue organizar bem a participação dos antagonistas, que ainda inclui o Duende Verde. Enquanto há a introdução de Rino, Electro é responsável pela maior parte dos ataques diretos, por assim dizer, enquanto a Oscorp quase se transmuta em um personagem maléfico e impacta diretamente na vida Peter e de seu amigo Harry Osborn – não é segredo que ele se transformará no Duende. A coisa dessa vez funciona tão bem que um grande problema do filme anterior se transforma em um acerto aqui, pois muito da trama de parte desse time de antagonista vai ser resolvida em um inevitável O Espetacular Homem-Aranha 3. A diferença é que no longa anterior o mistério dos pais de Peter e também a busca pelo assassino do Tio Ben não têm qualquer empatia e são esquecidas quando surge o Lagarto aterrorizando NY. Dessa vez, porém, há potencial para que as “pontas soltas” sejam revisitadas, seja para saber como termina um combate ou o que alguém (que tem empatia, repare na construção do Duende) está tramando.

Não dá pra dizer que tudo são flores no roteiro, porém. Novamente o mistério dos pais de Parker volta a dar trabalho, ainda que seja de grande importância para o filme – e quando um detalhe sobre os experimentos de Richard Parker é revelado, é possível perceber que a transformação de Peter em super foi uma coincidência tão grande que beira o improvável. Mas, pelo menos, a busca por respostas do herói adolescente se resolve e isso sai da frente para que as coisas boas de O Espetacular Homem-Aranha 2 possam ser apreciadas.

O melhor disso é a “fofura” do relacionamento entre Peter e Gwen Stacy. De suma importância para o apoteótico desfecho da continuação, novamente Andrew Garfield e Emma Stone se saem muito bem na atuação e recebem a mão do diretor Marc Webb na empreitada de fazer o romance dos dois ser empático. A melhor das cenas é o reencontro do casal para tomarem um sorvete, quando o diálogo é bom, a direção é bem próxima e a química entre os atores é perfeita.

É de se destacar ainda a presença estranhíssima de Dane DeHaan, um tipo de cover de Leonardo DiCaprio. Além de ter traços que lembram o astro de O Lobo de Wall Street, a atuação de DeHaan chega a ter certos trejeitos de DiCaprio, como no momento no qual, em uma reunião, corrige outro personagem e diz “Mr. Osborn”. Ele melhora muito, no entanto, ao receber o traje do Duende e capricha na cara bizarra e insana. O que ajuda a dar fôlego ao terceiro ato de O Espetacular Homem-Aranha 2. Se o filme sofre com uma desnecessária cena longa de Electro em uma prisão e o uso do chamado ângulo oblíquo sem razão suficiente – repare quando a Tia May encontra anotações em um parede do quarto de Peter -, é a chegada do altergo de Harry que garante um final digno (e bonito) para a história.

Nota: 8

O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça de Electro - Aranha


Enfim, o Batman de Affleck

Batman - Affleck

Foi em um tuíte que, enfim, Zack Snyder mostrou a primeira imagem de Ben Affleck vestido como Batman, depois de tanto alvoroço com a escolha do ator.

No post, ele diz que tirou uma foto monocromática com a Leica Camera AG (merchan?) dele. Na imagem há ainda o batmóvel, que me pareceu uma mistura do modelo de 1989 com o tanque dos filmes de Chris Nolan.

Confesso que, pelo menos pela imagem, a ponta de preconceito inicial deu um tempo. Mas a gente sabe que o problema de Snyder nunca foi visual. Esperemos pelo confronto Batman vs. Superman.