Go ahead, punk. Make my day.

Resumo (7 a 13 jul)

Groundhog DayFeitiço do Tempo (Groundhog Day, 1993). De Harold Ramis

Para mim, o melhor dessa comédia é saber trabalhar de maneira exemplar as inúmeras situações que a premissa do roteiro permite: um homem preso no mesmo dia. Para Phil (Bill Murray), o pior deles, já que pelo quarto ano consecutivo o jornalista vai cobrir o Dia da Marmota em uma cidade pequena do interior americano. Usando um personagem metido a besta, Harold Ramis vai desconstruindo a chatice do cara até que você se afeiçoe mesmo nos momentos de maior malandragem – a montagem de Pembroke J. Herring é divertida e não perde tempo ao usar pontos-chave em suas elipses e voltar a uma mesma cena para que Phil use a vantagem de repetir o dia e tentar conquistar Andy MacDowell. Há uma pequena coleção de tapas na cara que vale o filme. Essa é a parte divertida, mas o filme também trabalha drama (um velho que simplesmente morre), melancolia (suicídio) e tédio (um roubo a carro forte) até que o protagonista comece a aprender suas lições. A essa altura, o filme já encantou de tal forma que nem o final meio piegas estraga o programa. É Ramis em sua melhor forma e Murray ótimo como sempre. Dá até vontade de ouvir Sonny e Cher, às 6h da manhã. Nota: 8,5

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