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Esse post não é sobre a Mulher Maravilha

Depois de visual do Batman de Ben Affleck, todo mundo pôde conhecer como ficou a bela Gal Gadot nos trajes de Mulher Maravilha pelo perfil do Twitter de Zack Snyder (de novo). Eis a amazona:

Gostei bastante e evitou o que mais temia: uma mulher de corpo estilo Gracyanne Barbosa. Ainda que essa roupinha sirva mais para a marmanjada dar aquela manjada no corpo de Gal do que para combate. Enfim.

Mas como eu disse no título desse post, ele não é sobre a Mulher Maravilha. Mesmo que Gal Gadot tenha ficado gatinha, ainda precisa de muita adaptação de HQ para chegar perto de Scarlett Johansson e sua Viúva Negra no quesito beleza. O que nos leva ao objetivo dessa postagem: o gif abaixo.

Bom sábado.

Scarlett - Viúva Negra

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Ela e a testa de Joaquin Phoenix

Phoenix e a testa

Eu realmente gostei do filme Ela. Sensível, bem feito, inteligente e tem a voz da Scarlett Johansson!

Mas aí a gente vê o tipo de vídeo abaixo e nunca mais o filme emocionante será o mesmo. Assim como eu, você vai rir todas as vezes que rever essa cena. E tenho certeza que não era essa a vontade do diretor Spike Jonze para o momento. Enfim.

Assista e entenda.

 

Dica do amigo Douglas D’Andrade.

 


Crítica: Ela

Her posterAssistir a Ela (Her, EUA, 2013) não é só ver uma história curiosa em que um homem se apaixona por uma inteligência artificial com a voz de uma mulher. É perceber como um romance pode ser original e inteligente ao retorcer clichês em sua liberdade criativa e fazer deles pontos positivos. E não basta ser singular no enredo, o longa de Spike Jonze é visualmente uma vitória da beleza, que, de novo, faz muito pela narrativa.

Os primeiros segundos do filme mostram Theodore (Joaquin Phoenix) falando belas palavras em close. É bonito e irônico ao mesmo tempo, já que logo percebe-se que ele não fala sobre seus sentimentos e faz mais um de seus trabalhos: escrever cartas que serão enviadas a desconhecidos como se fossem de um autor que pagou pelo serviço. Rapidamente Jonze coloca Phoenix andando solitariamente pela cidade em um enquadramento aberto, minimizando o personagem ante aos prédios e à carência que sente.

Ele passa por um divórcio e tem encontros bizarros em chats na internet. Isso até que ele descobre o chamado OS1, um sistema operacional inteligente que promete interagir com o usuário como se fosse uma pessoa real. O dele(a) é Samantha e tem a voz de Scarlett Johansson. Rapidamente a curiosidade dele (e da plateia), somada à simpatia da atuação vocal da atriz, fazem com que haja afeição entre os protagonistas. Ajuda muito situações como aquela em que a relação se solidifica e Samantha, guiada pela câmera do smartphone, dá um passeio com Theodore de olhos fechados por um parque. A cena é tão natural e afetiva que é como se os olhos do homem estivessem tapados pelas mãos dela – caso tivesse um corpo.

Por falar nisso, é absolutamente tocante o diálogo sobre os sentimentos reais ou não de Samantha e sobre o toque entre eles. Não é à toa, que dessa conversa vá surgir o momento mais íntimo entre o casal, de maneira tão natural quanto bonita. A escolha nessa hora de uma tela escura é a prova de que a produção tem segurança naquilo que está construindo, evita cenas explícitas desnecessárias e envolve o público apenas com sons. O relacionamento é tão interessante que, a certa altura, há uma espécie dublê de corpo para Samantha e Theodore não se sente à vontade com a presença da bela garota – a própria percebe o quanto sobra na relação.

Her

Esperta jogada do roteiro do próprio Jonze, que escancara um sentimento pra lá de humano do OS: a insegurança, a qual surge em um momento de crise de seu namorado. Puro clichê romântico, que ainda terá outros pontos de crise no arco dos personagens. Essas reviravoltas podem ser vistas em qualquer filme sobre casais, mas dessa vez o ponto de partida tecnológico da história abre caminho para que o desenvolvimento de Samantha seja a particularidade de Ela – e isso leva a um caminho nunca visitado antes por uma história de amor.

Tudo mostrado com delicadeza e bom ritmo, seja nos momentos mais melancólicos de Theodore, com belas imagens do passado entrecortando a tristeza, seja na tensão de alguns momentos entre ele e Samantha, como quando ela desaparece. Mas não basta só o cuidado da montagem de Jeff Buchanan e Eric Zumbrunnen, também é apurada a direção de arte de Austin Gorg, que cria um mundo colorido/deprê com cores sentimentais no escritório e mais soturnas na cama solitária do protagonista – repare na vista para os prédios na grande vidraça do dormitório. Repare ainda como a fotografia de Hoyte Van Hoytema dá vida a Ela, cheio de uma iluminação aconchegante. Mas a grande sacada do filme talvez seja a utilização das cores das camisas de Theodore. Quando ele conhece seu OS, não é aleatório que o vermelho/alaranjado da roupa dele combine perfeitamente com a cor da tela de inicialização do programa. Mais: em determinado encontro que não termina muito bem, ele usa um amarelo que diz muito sobre a hesitação e medo do momento. Da mesma maneira que há tristeza quando do uso da camisa azul.

Visto como uma discussão sobre as relações interpessoais dos dias de hoje, mas também um longa-metragem sobre como um corpo pode ser meramente uma embalagem (mais ou menos bonita) para uma personalidade realmente interessante, Ela é um filme delicado e tristonho. Da mesma forma que cativa e ainda faz refletir. Um primor.

Nota: 9

Her - Samantha


Crítica: Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Captain-America-The-Winter-Soldier-PosterEle foi vendido como um thriller político e sobre os limites da intromissão da S.H.I.E.L.D. na segurança mundial. Assim como foi vendido com um longa-metragem pancadaria com muitos efeitos visuais. Basta ver os trailers. E sim, Capitão América 2 – O Soldado Invernal (Captain America – The Winter Soldier, EUA, 2013) entrega tudo aquilo que promete. Só que vai além e, enfim, é possível ter simpatia pelo militar que até aqui, em suas duas aparições nesse mundo Marvel Cinematográfico, não tinha conseguido mostrar a que veio. Ponto para o vilão. Sim, para o vilão.

Dizem por aí que todo grande herói precisa de um grande vilão e ainda que o Soldado Invernal não seja o único problema do Capitão Steve Rogers nessa continuação, ele é fodão o suficiente para que faça a plateia torcer pelo protagonista. A grande sacada é dar alguma dimensão além do heroísmo ao bandeiroso América. No que o roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely é bem engenhoso, principalmente, quando coloca uma cena solitária e bonita que envolve o reencontro entre Rogers e sua amada envelhecida Peggy Carter. Dessa forma, ao colocar o herói como objetivo de afeição, você começa a perceber que o soldado misterioso que passa a atacar a S.H.I.E.L.D. é realmente poderoso e ameaça o Capitão América.

São as ótimas cenas de ação do filme que fazem você perceber o quanto Invernal é perigoso. É preciso uma junção entre o personagem-título, Viúva Negra e o carismático Falcão para dar conta dele – e das inúmeras ameaças que a trama constrói. O momento em que o vilão ataca em uma autoestrada é empolgante e a tensão aumenta inteligentemente em um embate mano a mano entre os inimigos para terminar em uma surpresinha. Veja e entenda. Vale dizer ainda que a trilha sonora tem bons momentos na mistura de cordas e batidas eletrônicas concebidas por Henry Jackman e sua equipe. Mais: apesar de ser altamente barulhento, Capitão América 2 tem uma edição de som muito boa e nítida.

O que é mais interessante ainda é a preocupação da produção de ter, pelo menos, um ponto de partida complexo. A trama envolve conspirações políticas, arranha a questão da liberdade adorada por americanos e como os acontecimentos de Os Vingadores levaram a ações drásticas. Não deixa de ser interessante a pergunta feita a certa altura: será que a paz e liberdade de 7 bilhões de pessoas não valem a morte de 20 milhões que poderiam ser ameaças? Ainda que não se aprofunde no debate, é claro o posicionamento humanista sobre tal questionamento no filme. E nada melhor que usar a figura de Robert Redford, o astro de Todos os Homens do Presidente, para agregar quase que instantaneamente a tensão política à produção.

Contando ainda com uma química excelente entre Chris Evas e Scarlett Johansson – muitos dos diálogos entre eles foram escritos pelos dois -, além de grande quantidade de referências a todo o universo Marvel no Cinema, Capitão América 2O Soldado Invernal só peca por introduzir coisa demais que nem sempre é usada com poderia – melhor exemplo: Emily VanCamp não faz nada de relevante. De qualquer maneira, aqui está um filme de ação de primeira, bem acabado e que desfaz a imagem bestinha do primeiro filme do personagem, que era caricata e de trama rasa.

Nota: 8

Capitão América 2 – O Soldado Invernal


Lucy – Scarlett agora é musa de Luc Besson

Lucy

Sem muita ponderação, seria promissor dizer que Luc Besson, um cara que sabe como poucos criar personagens femininas de peso em filmes divertidos, está por trás do roteiro e da direção de um filme de ação com Scarlett Johansson. Afinal, a gente sabe o que ele fez em trabalhos como O Quinto Elemento e Milla Jovovich (ainda hoje o melhor trabalho dela), O Profissional de Natalie Portman e a Nikita de Anne Parillaud.

Então, foi com empolgação que assisti ao trailer de Lucy, o tal trabalho que junta o parisiense e a novaiorquina. OK, acho que se focarmos apenas na ação descabeçeada, poderá haver um bom filme – se é que Lucy será tão despretensioso. Só que as possibilidades que a prévia mostrou para a trama me deixaram com a pulga atrás da orelha.

No longa, Scarlett é a personagem-título que se torna transportadora de drogas e no meio do caminho acaba engolindo o produto, que, por sua vez, é assimilado pelo organismo dela. A reação inesperada dá poderes incríveis à mulher ao  aumentar a capacidade dela de usar o cérebro para além da normalidade de um humano comum. Porém, ao vê-la controlando o tempo ou com força telecinética, me pareceu um tanto exagerado.

Só que é aquela história, isso é apenas o trailer e pode ser que Lucy seja um filmão – ou uma porcaria, claro. Esperemos pelo filme completo.

Por enquanto, apreciem Scarlett sentado a porrada.


Posteridade – Capitão América 2? Não, Scarlett

O título diz tudo o que deve ser dito: Scarlett Johansson é a Viúva Negra.

Cap America 2 - ScarlettDica do amigo Gilberto Almeida

 


Scarlett Johansson e o estranho teaser de Under The Skin

under_the_skin_scarlett_johansson

Scarlett Johansson morena aparece seminua no teaser bizarro de Under The Skin. O novo filme da moça foi vaiado na exibição no Festival de Veneza e promete mostrar mais do corpo da atriz (falaram em nudez) numa história de ficção-científica sobre “uma alien em forma humana numa jornada pela Escócia”, como descrito pelo IMDb.

A direção é de Jonathan Glazer, que antes fez Sexy Beast e Reencarnação.

O preview vai abaixo: